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Miranda - Jornalismo, Esporte e Cultura |
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Escrito por Miranda às 15h14
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Estou de volta
Pessoal, leiam só estas duas hitórias. (causos)
Conta-se que um sujeito parecido com ele, mas aqui da nossa fronteira, levou um desaforo para casa e passou depois um ano sem mudar a camisa com que estava na hora do desaforo. Usou a camisa imunda até o dia em que matou o desafeto e trocou-a, aliviado. Desse cidadão conta-se que estava um dia tomando um cafezinho quando entrou um estranho no bar. Tipo do caixeiro-viajante metido a sabido, bem vestido, grande e forte. Vendo aquele infeliz, debochou dele, esperando que os outros freqüentadores rissem, o que não aconteceu. O magrinho atirou o café quente nos olhos dele, derrubou-o no cão com um cadeiraço e quando o homenzarão, meio tonto, começou a levantar-se, apontou-lhe um revólver 44, dizendo suavemente: Não se percipite. É conversando que os homens se entendem.
É uma historinha de anos atrás, mas não tantos. O senador do Espírito Santo precisava de um homem valente para se livrar de um pistoleiro que o ameaçava e a meio mundo no Estado. Pediu ao senador da Paraíba para indicar alguém de confiança e coragem. O senador da Paraíba resolveu o problema. Chamou alguém de confiança e coragem, explicou o serviço e mandou para Vitória. O senador do Espírito Santo recebeu o homem com a maior surpresa. Magrinho, baixinho, pequenininho, não parecia dar conta do recado: - Você tem coragem de fazer o serviço? - Coragem não tenho, não, senhor. Tenho é costume.
Escrito por Miranda às 18h04
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E aí Mulhegada... Já dizia Machado de Assis: ”As Melhores Mulheres Pertencem Aos Homens Mais Atrevidos" Mulheres são como maçãs em árvores. As melhores estão no topo.. Os homens não querem alcançar essas boas, porque eles têm medo de cair e se machucar. Preferem pegar as maçãs podres que ficam no chão, que não são boas como as do topo, mas são fáceis de se conseguir. Assim as maçãs no topo pensam que algo está errado com elas, quando na verdade, ELES estão errados... Elas têm que esperar um pouco para o homem certo chegar, aquele que é valente o bastante para escalar até o topo da árvore. (Machado de Assis)
Escrito por Miranda às 11h06
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No primeiro dia de aulas numa escola secundária dos E.U.A. a professora apresenta aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki,do Japão.. A aula começa e a professora pergunta: "Vamos ver quem conhece a história americana. Quem disse: 'Dê-me a liberdade ou a morte'?" Silêncio total na sala. Apenas Suzuki levanta a mão: "Patrick Henry em 1775 em Filadélfia". "Muito bem, Suzuki. E quem disse: 'O estado é o povo, e o povo não pode afundar-se'?" Suzuki levanta-se: "Abraham Lincoln em 1863 em Washington". A professora olha os alunos e diz: "Não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana que vocês!" Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo: "Vai tomar no cu, japonês de merda!" "Quem foi?", grita a professora. Suzuki levanta a mão e sem esperar, responde: "General McArthur em 1942 em Guadalcanal, e Lee Iacocca em 1982 na Assembleia Geral da Chrysler". A turma fica super silenciosa, apenas ouve-se do fundo da sala: "Acho que vou vomitar". A professora grita: "Quem foi?" E Suzuki responde: "George Bush senior ao primeiro-ministro Tanaka durante um almoço, em Tokio, em 1991".
Um dos alunos levanta-se e grita: "Chupa meu o car....!"
E a professora irritada: "Acabou-se! Quem foi agora?" E Suzuki, sem hesitações: "Bill Clinton à Mónica Lewinsky, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, em 1997." E outro aluno se levanta e grita: "Suzuki é um pedaço de merda!"
E Suzuki responde: "Valentino Rossi no Grande Prémio de Moto no Rio de Janeiro em 2002". A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta se abre e entra o diretor que diz: "Que grande Merda, nunca vi uma confusão destas!" Suzuki: "Lula para o ministro da casa civil José Dirceu, após as denúncias de corrupção do assessor Waldomiro Diniz, em Fevereiro de 2004, em Brasília."
Escrito por Miranda às 11h03
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Olá Pessoal, garimpando achei um site legal sobre fotografia. É do Arthur Cardoso. Está nos links "artcardoso.com"
Escrito por Miranda às 11h17
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Pessoal, estou compondo um livro da Oficina de Criação Literária - Alcy Cheuiche, para a turma 2003 de Bagé. O texto está pronto, faltando apenas a revisão final dos autores. Vejam um estudo de capa que será discutido na reunião de hoje. É uma cpa bem moderna com texturas e um trabalho no nome do livro. Falta fazer a foto da turma. Aguardo comentários.
Escrito por Miranda às 15h49
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2X1 - com três gols de colorado

Escrito por Miranda às 10h33
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"Glória do desporto nacional, oh internacional que eu vivo a esaltar..." Mais uma vez mostramos quem manda no Rio Grande do Sul. Dedico esta vitória a memória do meu querido e imortal "Vô Edu"

Escrito por Miranda às 10h33
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A boca e a botija
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Titulinho miserável que andaram a divulgar por aí: Sexo oral pode aumentar risco de câncer de boca, diz estudo O texto bochechava o seguinte: Alguns casos de câncer na boca poderiam ser causados a partir de um vírus transmitido por meio de sexo oral, alertaram cientistas. Pesquisadores americanos disseram em artigo na revista New Scientist que o vírus do papiloma, causador da maior parte dos tipos cervicais de câncer, também poderia dar origem a tumores bucais. Os especialistas afirmam que fumo ou bebida em grandes quantidades causam a maioria dos casos de câncer na boca. Entretanto, a vinculação do vírus HPV pode ajudar a explicar por que alguns jovens desenvolvem a rara doença. Os autores do estudo, da Universidade Johns Hopkins, disseram entretanto que as pessoas não precisam alterar o seu comportamento sexual. Janistraquis, que é chegado nesses assuntos, leu, releu e estalou a língua num cacoete de desaprovação: “Considerado, isso nem é ciência e, muito menos, jornalismo. Ciência não divulga que algo ‘poderia’ causar isso ou aquilo; e, ainda por cima, os ‘autores do estudo’, que se mantêm na maior moita, disseram que a gente não precisa alterar o comportamento sexual!”
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Escrito por Miranda às 12h45
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Luís Fernando Veríssimo
"Pensando bem, é difícil acreditar que estejamos vivos até hoje! Quando éramos pequenos, viajávamos de carro, sem cintos de segurança, sem ABS e sem air-bag! Os vidros de remédio ou as garrafas de refrigerantes não tinham nenhum tipo de tampinha especial... Nem data de validade... E tinham também aquelas bolinhas de gude... Que vinham embaladas sem instrução de uso. A gente bebia água da chuva, da torneira e nem conhecia água engarrafada! Que horror! A gente andava de bicicleta sem usar nenhum tipo de proteção... E passávamos nossas tardes construindo nossas pipas ou nossos carrinhos de rolimã.. A gente se jogava nas ladeiras e e squecia que não tinha freios até que não déssemos de cara com a calçada ou com uma árvore... E depois de muitos acidentes de percurso, aprendíamos a resolver o problema... SOZINHOS! Nas férias, saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo; nossos pais às vezes não sabiam exatamente onde estávamos, mas sabiam que não estávamos em perigo. Não existiam os celulares! Incrível! A gente procurava encrenca. Quantos machucados, ossos quebrados e dentes moles dos tombos! Ninguém denunciava ninguém... Eram só "acidentes" de moleques: na verdade nunca encontrávamos um culpado. Você lembra destes incidentes: janelas quebradas, jardins destruídos, as bolas que caíam no terreno do vizinho...??? Existiam as brigas e, às vezes, muitos pontos roxos... E mesmo que nos machucássemos e, tantas vezes, chorássemos, passava rápido; na maioria das vezes, nem mesmo nossos pais vinham a descobrir... A gente comia muito doce, pão com muita manteiga... Mas ninguém era obeso... No máximo, um gordinho saudável... Nem se falava em colesterol... A gente dividia uma garrafa de suco, refrigerante ou até uma cerveja escondida, em três ou quatro moleques, e ninguém morreu por causa de vermes! Não existia o Playstation, nem o Nintendo... Não tinha TV à cabo, nem videocassete, nem Computador, nem Internet... Tínhamos, simplesmente, amigos! A gente andava de bicicleta ou à pé. Íamos à casa dos amigos, tocávamos a campainha, entrávamos e conversávamos... Sozinhos, num mundo frio e cruel... Sem nenhum contro le! Como sobrevivemos? Inventávamos jogos com pedras, feijões ou cartas... Brincávamos com pequenos monstros: lesmas, caramujos, e outros animaizinhos, mesmo se nossos pais nos dissessem para não fazer isso! Os nossos estômagos nunca se encheram de bichos estranhos! No máximo, tomamos algum tipo de xarope contra vermes e outros monstros destruidores... aq uele cara com um peixe nas costas...(um tal de óleo de rícino). Alguns estudantes não eram tão inteligentes quanto os outros, e tiveram que refazer a segunda série.. Que horror! Não se mudavam as notas e ninguém passava de ano, mesmo não passando. As professoras eram insuportáveis! Não davam moleza... Os maiores problemas na escola eram: chegar atrasado, mastigar chicletes na classe ou mandar bilhetinhos falando mau da professora, correr demais no recreio ou matar aula só pra ficar jogando bola no campinho... Ninguém se escondia atrás do outro... Os nossos pais eram sempre do lado da lei quando transgredíamos a regras! Se nos comportávamos mal, nossos pais nos colocavam de castigo e, incrivelmente, nenhum deles foi preso por isso! Sabíamos que quando os pais diziam "NÃO", era "NÃO". A gente ganhava brinquedos no Natal ou no aniversário, não todas as vezes que ia ao supermercado... Nossos pais nos davam presentes por amor, nunca por culpa... Por incrível que pareça, nossas vidas não se arruinaram porque não ganhamos tudo o que gostaríamos, que queríamos... Esta geração produziu muitos inventores, artistas, amantes do risco e ótimos "solucionadores" de problemas... Nos últimos 50 anos, houve uma desmedida explosão de inovações, tendências... Tínhamos liberdade, sucessos, algumas vezes problemas e desilusões, mas tínhamos muita responsabilidade... E não é que aprendemos a resolver tudo!!! ...E sozinhos... Se você é um destes sobreviventes... PARABÉNS!!! VOCÊ CURTIU OS ANOS MAIS FELIZES DE SUA VIDA... "
daniel - Miranda | comentários[0]. envie este texto para um amigo
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Navegando na rede achei um site muito legal, e assistindo a uma animação lembrei da minha infância, um comercial da Faber Castel, onde apresentavam seu produtos com a música do Toquinho "Aquarela". Como é linda a imaginação das crianças, sem malícias e sem maldade. Elas viajam pelo mundo em segundos. O site do Laboratório de desenhos é de uma turma de POA, é bem legal. Quem quiser assistir...http://www.laboratoriodedesenhos.com.br/aquarela.htm
daniel - Miranda | comentários[0]. envie este texto para um amigo |
Escrito por Miranda às 12h34
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